

Death Note.Perdida. A sinfonia da solidão instala-se no quarto. Lá fora, num mundo que me parece distante, o rumor do vento despe as árvores e ensina as folhas a voarem, enquanto lambe as pedras de uma calçada que em segredo regista cada passo anónimo, fossilizando sentimentos na sua frieza imutável. Pesadamente, debruço-me sobre a janela. Não há lua. Não há estrelas. A única luz existente é a do quarto, bruxuleante pelas horas seguidas do seu uso, tornando as noites brancas, violentas, revoltantes. Pilhas de livros deixam-se acumular na velha cómoda de madeira: tDeath Note.
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